quarta-feira, 21 de maio de 2014

Como cuidar de um cão abandonado

O que fazer quando acho um filhotinho abandonado na rua?
Verifique se ele está com a mãe por perto, se estiver o ideal é adotar a mãe junto! Se ela estiver amamentando, é imprescindível que não separe o filhote dela. Se estiver com os irmãos, mas sem a mãe, é provável que ela tenha morrido atropelada, sei lá...

Então leve o filhotinho pra casa e examine-o. Ele está com os olhos fechados? É provavel que nem tenha 10 dias de vida! Com certeza precisa mamar. Informe-se com a vizinhança se alguém tem uma cadela que está amamentando e tente colocá-lo com a ninhada para mamar junto.
Atenção: filhotes amamentados com leite de vaca podem apresentar vermes, então leve ao veterinário ou a uma agropecuária para pesá-lo e comprar um remedinho pra vermes!
Uma barriga muito inchada pode ser sinal de que ele tem vermes, então medique o quanto antes, pois vermes mata!
Cuidado também com pulgas e carrapatos. Quando novinhos não se deve passar remédio pra pulgas, então se você tiver paciência cate uma a uma... 


    Mas lembre-se: se você tiver condições, o ideal é levar ao veterinário!!!

                         

Escolha do filhote na ninhada

Você decidiu que quer um cachorrinho, já sabe a raça, ou a “não raça”... E então, vai escolher os filhotes! Mas como escolher?
Normalmente a gente acaba se apaixonando por um em especial... Mas e se ficar na dúvida? O que o filhote precisa ter, para saber se será um bom cão de guarda, por exemplo?

        Aqui vão algumas dicas: 

· Pegue o filhote e apalpe todo o corpinho, para analisar se não há nenhuma deformidade, ou se ele é muito sensível em algum local, ou se sente dor.
· Perceba se ele está fortinho. Se o filhote for muito magro pode ser sinal de ele ser muito submisso em relação aos seus irmãos, que não o deixam mamar... O melhor é se ele for bem guloso, pois no caso de ficar doente, um cão guloso se cura mais rápido do que um sem muita fome.
· Agora retire o filhote da ninhada e coloque-o em um local novo. Perceba como ele reage, se fica com medo, ou se é curioso. Filhotes curiosos.
sos provavelmente ficarão mais corajosos.
· Chame o filhote com algum som, ele deve segui-o.

Se o filhote atender a todos estes requisitos, provavelmente será um ótimo cão de alarme, ou até de guarda se for bem treinado. Lembrando que todas as etapas do crescimento do filhote são fundamentais para o comportamento depois de adulto, e não apenas a escolha do cachorrinho.



Como trabalhar o ciúme entre cães e gatos

Há quem aposte que cães e gatos têm uma rixa por sua própria natureza, mas na verdade não é isso que ocorre. A única razão para ambos entrarem em atrito constantemente é o fato deles dividirem o mesmo espaço.
Tanto um cão como um gato, devem receber os mesmo tipos de atenção. É comum as pessoas escolherem um animal predileto e esquecer-se de dar atenção para o outro bichinho, ou, ainda,  realizar algumas brincadeiras com aquele animal, por ele gostar mais. Ambas atitudes devem ser evitadas.
Para que este impasse seja resolvido, tente associar os dois animais com atividades prazerosas, como por exemplo, alimentá-los, sair para passear e dar “pestisquinhos” somente quando estão juntos.  Esta atitude vai servir para reforçar o bom comportamento de seus animais, além de manter uma interação entre eles.
Cães e gatos podem viver sem nenhum tipo de problema, basta receberem espaço e atenção na medida correta para que a convivência não se torne uma dor de cabeça.


Eu mesma tenho uma gata siamesa e uma shi tzu, e elas se dão super bem, brincam demais e são super fofas
                                               
         
                                                     

terça-feira, 20 de maio de 2014

Como viajar com seu animal

É nessas horas que surge a dúvida cruel: levo ou não o meu bichinho? Devemos analisar cada caso e cada animal. 






Distância: viagens muito longas são bastante estressantes para o animal. A mudança de ambiente também é um fator de estresse. 
Muitos cães ressentem-se da viagem e estranham o novo local.






Clima: viajar com o animal no verão, principalmente de carro, é algo preocupante. O cão e o gato não suam, e a temperatura corpórea irá se elevar muito em ambientes fechados (por ex.: viagens de carro). Se for levar o animal, programe viajar em horários mais frescos e pare frequentemente para 
oferecer-lhe água.

Meio de transporte: os mais comuns são o carro e o avião. Nem todas as empresas de ônibus aceitam levar animais.Se a distância for grande, mas a viagem for feita por via aérea, o fator estresse diminui. Os cães e gatos viajam bem de avião, porém, existem regras impostas pelas companhias aéreas que devem ser conhecidas com antecedência, como: dimensões e tipo de caixa de transporte, necessidade de sedação, reserva, número de animais por voo, etc..






Idade e condições de saúde: evite viajar com animais idosos , principalmente aqueles cujas condições de saúde requerem cuidados (animais cardiopatas, por exemplo). Animais com menos de 4 meses que ainda não completaram a vacinação, só devem viajar em caso de necessidade e não devem ficar expostos a outros animais ou à rua.







                                    Analise esses aspectos antes de decidir: 


O animal vai!


Escolha o meio de transporte baseando-se na distância. Viajar de avião é menos estressante para o animal do que passar várias horas dentro do carro.

 De avião:
Documentos:
 para embarcar em viagens nacionais ou internacionais você precisa de: atestado de saúde fornecido pelo veterinário (no máx. 3 dias antes da viagem) e certificado de vacinação e antirrábica (a vacinação deve ter sido feita 30 dias ou mais antes da viagem).

Para viagens nacionais, a partir de julho de 2006, cães e gatos foram dispensados da emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), bastando atestado de saúde e de vacinação.

No caso de viagens para o exterior, de posse desses documentos, o proprietário deverá ir ao Ministério da Agricultura, que lhe fornecerá um atestado Certificado Zoo Sanitário Internacional. Para viagens fora do país, também é necessário informar-se no Consulado do país de destino quais as exigências para a entrada do animal. Alguns países aceitam apenas o atestado do Ministério da Agricultura ou exigem um visto consular para a entrada do animal. Há países que exigem que o animal cumpra um período de quarentena no aeroporto. Países da Europa em geral, solicitam um exame sorológico para confirmação da vacinação antirrábica, que deve ser feito com bastante antecedência (3 meses antes da viagem). Há restrições quanto ao número de animais que estão imigrando em alguns países. Portanto, informe-se antes para evitar surpresas no desembarque.

Obs. Para entrar com um animal no Brasil, há necessidade do Certificado Zoo Sanitário Internacional e do Visto consular.
Onde o animal será transportado: na maioria das companhias, o animal irá no compartimento de carga dentro de uma caixa de transporte, cujas medidas e características variam com a companhia aérea. Informe-se sobre o tipo de caixa e medidas antes de comprá-la. Algumas companhias permitem que os animais viajem com os donos. Raças pequenas e gatos são tolerados junto com os passageiros, em alguns casos. Há restrições quanto ao número de animais por voo, portanto, deve-se fazer uma reserva para viajar com o animal.

Documentos: para viagens nacionais, a partir de julho de 2006, cães e gatos foram dispensados da emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), bastando levar atestado de saúde e de vacinação.

Onde o animal será transportado: sempre no banco de trás e com a cabeça dentro do veículo, com a guia presa ao cinto de segurança ou usando um equipamento próprio para animais. O motorista pode ser multado se o cão estiver na janela do carro ou sozinho no banco da frente. Pode ser usada caixa de transporte, desde que a temperatura não esteja elevada. No caso de gatos, o uso da caixa de transporte é indicado para diminuir o estresse do animal. Os animais não podem ser transportados soltos dentro da caçamba de veículos utilitários (caminhonetes, pick-ups, etc.). Existem cintos de segurança para cães em lojas especializadas (pet shops).
Muitos animais costumam vomitar com o movimento do carro. Consulte o veterinário quanto a medicar o cão contra vômitos antes da viagem. Não alimente o cão ou gato antes de viajar. Leve água e faça paradas regularmente.

O animal fica!


Em alguns casos, deixar o animal é bem menos estressante. Se tiver alguém conhecido com quem ele possa ficar, melhor ainda. Se não tiver, existem hotéis para cães e gatos que aceitam os animais desde que estejam com a vacinação em dia. Procure referências do hotelzinho onde você irá deixar o seu animal. Conheça antes as instalações. O ideal é que o cão tenha espaço para circular dentro do canil, e uma área para ele se exercitar e tomar sol. Leve a comida que ele está acostumado, brinquedos e a "cama" dele. Isso diminuirá o estresse de mudança de ambiente. Alimentação fornecida pelo hotel poderá causar diarreia Deixe o telefone do seu veterinário no canil/hotel, para casos de emergência.

O animal irá sentir falta do dono nos primeiros dias, mas se for tratado com carinho, ele se acostumará a essa situação provisória.






Gato idoso- Parte 2

             5 dicas para cuidar do seu gato idoso

      

Gatos com mais de sete anos já podem ser considerados idosos e precisam de cuidados especiais para continuarem saudáveis e felizes.



   

                                 

Os gatos precisam, assim como nós, de cuidados especiais quando idosos, cuidados estes diferentes de um gato mais jovem. A partir dos sete anos, alguns felinos já podem ser considerados idosos, e estudos certificam que cerca de 90% dos gatos com mais de 12 anos possuem artrite e precisam de atenção redobrada dos seus donos, que devem sempre verificar a mobilidade do felino e possíveis dores que apareçam.
Entre outros pontos, a doença dental também costuma ser um problema nos gatos idosos, o que faz o animal perder vários dentes, tenha dificuldade para comer e sinta muitas dores, ocasionado a perda de peso e de pelo. Problemas renais, de tireoide, no fígado e no coração também costumam aparecer em animais com idade avançada.
Confira algumas dicas para cuidar do seu gato idoso e deixa-lo o mais confortável possível nesse período de idade avançada.

                   Visite o veterinário periodicamente

Quanto maior a idade, mais atenção do veterinário seu gato precisará. Por isso, para animais idosos, o ideal é ir ao veterinário pelo menos duas vezes por ano. Mesmo que ele esteja saudável, aparentemente, algumas doenças podem se esconder, e exames devem ser feitos. Não se esqueça de solicitar, também, uma avaliação da condição corporal durante cada visita ao veterinário, pois ela identifica se seu gato está no peso ideal, não magro demais ou gordo demais.

        A alimentação de um gato idoso precisa ter proteínas                                      em quantidades ideais


Na sua essência, os gatos são carnívoros e precisam de nutrientes, como taurina e ácidos araquidônicos, nutrientes estes que apenas carnes animais oferecem. dietas vegetarianas para gatos idosos podem fazer com que eles percam energia. Não se esqueça de consultar o veterinário para alimentar seu gato com uma dieta apropriada para idade dele.

                Mantenha o peso corporal do seu animal 

Gatos acima do peso possuem uma tendência maior em ter diabetes, doença de pele, doenças hepáticas e câncer. Com a idade avançada, o problema de peso pode se tornar ainda maior. Novamente, consulte o veterinário para seguir uma dieta adaptada ao estilo de vida do seu animal; ele pode ajudá-lo a escolher uma dieta adequada para o seu gato. 

                              Brinque com o seu gato

Nunca deixe seu gato parado só porque ele está idoso. Procure, todos os dias, usar brinquedos interativos, quebra-cabeças de alimentos e deixa-lo passear um pouco, com sua supervisão. Dessa forma, ele mantém as articulações saudáveis e ainda gasta algumas calorias.

               Acomode seu gato idoso adequadamente 

Gatos que possuem artrite podem se adaptar melhor com caixas de areia com lados menores, que facilitam a entrada e a saída da caixa. Além disso, dê uma cama macia para seu felino; cobertores e toalhas podem deixa-lo ainda mais confortável. Outro ponto importante é deixar a comida e a água em lugares de fácil acesso, sem escadas ou barreiras no caminho, que dificultem a vida do animal.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Como lidar com o ciúme do cão em relação a outro cão.

Como lidar com o ciúme do cão em relação a outro cão


Quem tem mais de um cachorro em casa, sabe bem como é isso... Para resolver este problema, é praticamente o mesmo princípio que usamos para controlar o ciúme que o cão tem das pessoas que se aproximam de seus donos. Quando estamos fazendo carinho no cão e o outro cachorro chega, normalmente já vamos fazer carinho no outro, e esquecemos o primeiro. Isso acaba despertando ciúme, pois o cachorro percebe que quando o outro chega, ele perde toda a atenção do dono. Com o tempo, ele pode até avançar no outro cão, desenvolvendo inimizades, e te obrigando a separá-los. O truque é: quando estiver fazendo carinho em um dos cachorros e o outro chegar, continue fazendo carinho no primeiro. E um carinho até mais gostoso. Dê também um petisco a ele. Isso significa que o cachorro que acabou de chegar não vai receber carinho, mas o importante é que o primeiro relacione a chegada do outro a algo prazeroso.


A idade dos cães.

Antigamente, calcular a idade de um cão era simples: os anos de vida do cachorro eram multiplicados por sete e o resultado era considerado o equivalente à idade humana.

Todo mundo sabe que cachorros envelhecem mais rápido que pessoas. Mas a lenda de que 1 ano do cachorro é igual a 7 anos de uma pessoa nada mais é do que lenda. Não é tão simples assim.
Por exemplo, cães amadurecem bem mais rápido que uma criança no primeiro ano de vida. Então, um cão de 1 ano teria aproximadamente 15 anos “humanos”, e não 7.
O tamanho e a raça também influenciam no envelhecimento de um cachorro. Embora cães menores tendam a viver mais tempo que cães de raças grandes, eles amadurecem mais rápido nos primeiros anos de vida. Um cão grande pode amadurecer mais lentamente no início, mas já ser considerado idoso aos 5 anos de idade. 
Cada raça tem uma velocidade diferente de avançar os anos
 Cada raça demora um tempo diferente em cada etapa da vida (juventude e vida adulta)
 Cachorros de raça pequena tem um período curto de juventude e uma longa vida adulta
 Cachorros de raça grande são o oposto, demoram cerca de dois anos para adquirir totalmente sua forma adulta e então, vivem cerca de mais 4 ou 5 anos 
Cachorros de raças pequenas vivem mais do que cachorros de raças grandes 

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Como cuidar melhor de um gato idoso.

Como cuidar melhor de um gato idoso :

Os gatos idosos precisam de uma atenção especial. Tal como os humanos, o processo de envelhecimento acarreta mudanças de comportamentos, ficando também menos resistentes a algumas doenças . Conhecer estas alterações e lidar com elas da melhor forma ajuda a prolongar a vida do gato e também proporcionar-lhe uma melhor qualidade de vida. 

                                       Lidar com mudanças comportamentais


Com a diminuição do grau de atividade, o gato precisa de ser mais estimulado para fazer exercício. Deve evitar que o gato perca massa muscular organizando sessões de brincadeira regulares. Não entre em brincadeiras mais brutas e não tente prolongar demasiado os jogos. Se o seu gato não quer brincar mais, não insista. Os cuidados com o pelo vão exigir mais do dono, uma vez que o gato idoso é menos eficiente no tratamento da sua própria pelagem. Assim, a escovagem do pelo deve ser mais frequente, bem como o corte das unhas. 



                          

Briga de irmãs!

http://www.youtube.com/watch?v=jYfJSyYfOjY&feature=youtu.be

sábado, 1 de junho de 2013

O primeiro mês de seu gato em casa

O primeiro mês de seu gato em casa


Depois de alguns dias, seu gato começará a se acostumar ao novo ambiente de sua casa. É hora de começar a pensar nos cuidados de longo prazo e certificar-se de que você está preparado para uma vida longa e feliz junto ao seu animal. Entenda os princípios básicos a aplicar no primeiro mês para começar uma relação saudável da forma adequada.
A cama certa para o sono de beleza. Os gatos podem dormir por até 18 horas por dia, por isso é importante que você crie condições favoráveis ao sono de seu novo animal de companhia.
  • Providencie uma cama de revestimento macio e lavável e coloque-a em uma cesta ou caixa pequena, num cantinho aconchegante ou em algum lugar particularmente gostoso e ensolarado da casa.
  • Se você quiser que seu gato durma com você, eis aqui um lembrete importante: os gatos tendem a ser notívagos, e portanto podem interromper seu sono durante a noite. Caso as travessuras noturnas o acordem, ponha seu gato suavemente no chão. Procure não premiar a interrupção de seu sono com atenção, senão você estará convidando seu gato a acordá-lo repetidamente.
Brinquedo típicos. Os brinquedos bons para gatos são fáceis de encontrar e, na maioria das vezes, você sequer precisa comprá-los. Eles geralmente se interessam tanto por bolas de papel ou de ping-pong quanto por brinquedos fabricados para gatos. Bolinhas de papel alumínio, tampas de garrafas pet, sacolas de papel ou qualquer coisa que se mova facilmente e faça um pouco de barulho é um forte candidato a se transformar em brinquedo de gato.
Seguro em qualquer parte. A maneira mais segura e confortável de viajar com seu gato é levá-lo dentro de uma caixa de transporte. Antes de cair na estrada, passe um tempo acostumando seu gato à caixa de transporte; para isto, você pode guardar alguns brinquedos dele nela ou transformá-la em um local aconchegante para uma soneca dentro de casa.
Identificação adequada. Tenha sempre uma placa de identificação com informações cadastrais apropriadas (número de registro, vacinação antirrábica, etc) presa à coleira de seu gato. A coleira deve ser ajustada para ter uma pequena folga, mas não a ponto de permitir que deslize e saia pela cabeça do gato. Deixe um espaço de dois dedos entre a coleira e o pescoço. Converse com seu veterinário sobre o implante de um microchip para ajudá-lo a localizar seu gato caso ele se perca.
Regras da bandeja sanitária. Para casas com apenas um gato, é necessário que haja ao menos duas bandejas sanitárias, uma por andar, para facilitar o acesso. Nas casas com mais de um gato, deve haver uma bandeja a mais que o número de gatos residentes. O comprimento da bandeja sanitária deve ser pelo menos 1 ½ vezes maior que o do gato e, uma vez instalada, não deve ser removida para outros lugares. Observe que nem todos os gatos gostam de bandejas sanitárias cobertas ou forradas.
  • Coloque a bandeja sanitária em um local tranquilo, de fácil acesso e longe das áreas de maior circulação da casa, onde outros animais e pessoas terão menos chance de atrapalhar a “rotina” de seu gato.
  • Ponha cerca de 4 cm de argila ou granulado sanitário formador de grumos na bandeja de seu gato. Milho aromatizado, trigo, pinha e outros elementos usados como granulado para a bandeja sanitária não são bem aceitos pelos gatos.
  • Limpe os dejetos da bandeja sanitária duas vezes ao dia e troque o granulado completamente uma vez por semana, pois seu gato preferirá usar uma bandeja sanitária limpa. Lave sempre a bandeja com um detergente suave antes de renovar o granulado
  • Nunca toque ou interrompa seu gato quando ele estiver usando a bandeja sanitária.
  • Procure seu veterinário caso seu gato “vá ao banheiro” fora da bandeja sanitária, pois ele pode estar manifestando algum problema de saúde.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

A Terceira Idade do seu Gato

A Terceira Idade do seu Gato



Tal como as pessoas, os nossos amigos também envelhecem. Tal como as pessoas, esse processo implica alguma mudança de comportamento/temperamento e também no organismo.
É por isso natural que o dono tenha que apoiar de forma especial o seu gato idoso, para que possa ver aumentada a sua qualidade de vida e inclusive, para que possa ser prolongado o tempo de vida.
É importante não esquecer que a forma como o gato foi mantido ao longo de toda a sua vida, vai contribuir decisivamente para aumentar as hipóteses de viver uma velhice sem problemas.
Quantos anos posso esperar que o meu gato esteja comigo e quando começa a fase do envelhecimento?
Amamos os nossos animais e gostaríamos que vivesse tanto quanto nós. Tal não é possível, mas um gato pode viver, em média, entre 14/16 anos. Há gatos que vivem 20 e até mais anos, mas não é comum que tal aconteça.
Geralmente, diz-se que um gato entra na “terceira idade” aos 9/10 anos. No entanto, é errado considerar que um gato com essa idade é um velho ou idoso. Lentamente o gato pode ir demonstrando o “peso” da idade, mas sinais notórios de envelhecimento só vão aparecer alguns anos mais tarde.
Existe uma alteração no seu comportamento?
Naturalmente que a velhice também significa para o gato uma diminuição das capacidades físicas e por isso, o gato vai ficar menos ativo. As corridas são mais raras, a capacidade de saltar também diminui. Ficará menos brincalhão, talvez mais sensível a festas. Poderá isolar-se, para poder descansar mais à vontade.
Quais os sinais físicos que indicam o envelhecimento?
Vai tornar-se cada vez mais pachorrento e sedentário, passando ainda mais tempo a dormir.
As brincadeiras serão cada vez mais raras, embora deva continuar a insistir em brincar com ele.
Na medida em que se mexe menos, pode ter tendência para engordar, mas o oposto pode também ocorrer e o gato começar a emagrecer: se esse emagrecimento for muito acentuado, é possível que alguma coisa não esteja bem e ele deve ser visto pelo veterinário.
Os dentes dos gatos também acusam o envelhecimento. Podem ficar escuros e até cair. Podem aparecer gengivites. A comida em secos ajuda a controlar problemas com os dentes e acumulação de tártaro.
Por outro lado, também a visão, a audição e até o paladar podem ver-se reduzidas, sobretudo em gatos realmente muito idosos.
O pelo fica menos brilhante, cai com mais frequência e quantidade, e podem até surgir algumas peladas.
A agilidade pode ficar diminuída. Se ele já não consegue saltar para os seus sítios favoritos, dê-lhe uma ajuda.
Devo mudar a alimentação?
As necessidades fisiológicas alteram-se com a idade, pelo que é recomendável que passe a dar comida específica para gatos idosos e a evitar determinados alimentos. As rações são completas e procuram contribuir para evitar que o gato se torne obeso (não se esqueça também que ele vai passar a ser cada vez menos ativo e mais dorminhoco), ajudando igualmente a controlar eventuais problemas renais, que são uma das doenças que com maior frequência afetam os gatos idosos.
Existem já diversos suplementos alimentares, que só devem ser dados a conselho do veterinário.
Que outros cuidados devo ter com ele?
Escove o gato com frequência, para lhe retirar o pelo velho. Como ele vai lavar-se cada vez menos e deixará de ter a agilidade de outrora para chegar a todo o corpo, tenha o cuidado de periodicamente, o ir limpando com toalhetes, ajudando a que mantenha a sua beleza felina.
Também os gatos se tornam cada vez mais friorentos, por isso reforce a cama onde ele costuma estar com uma almofadinha e cobertor. Não se admire se ele procurar cada vez mais o conforto do aquecedor.
Esteja atento a mudanças de apetite e também à quantidade de água que ele bebe. Beber água em excesso é sinal de problemas renais. Um outro indicador de problemas renais, pode ser dado pelo odor estranho que o gato pode passar a ter. Neste caso, dirija-se de imediato ao seu veterinário. Com uma análise simples detectará se existe ou não insuficiência renal e com uma alimentação adequada para este tipo de problema, poderá controlar a doença.
Se notar algo de estranho no comportamento, se fisicamente alguma coisa lhe chamar a atenção, convém que não demore a levar o gato ao veterinário.
E sobretudo, faça com que até ao fim o seu gato se sinta dono do seu coração. Mime-o e desfrute da sua companhia, sempre que lhe for possível. Respeite a sua necessidade de isolamento, se ela for evidente, mas não se esqueça que ele ainda ali está, só porque ele deixou de o procurar com mais frequência. Não o ignore quando ele chama a sua atenção. Faça-lhe festas (ainda mais). Esteja com ele até ao fim e mais do nunca, não o abandone.


O envelhecimento dos cães.

O envelhecimento canino é um processo natural ainda não totalmente entendido, embora sabido que ocorra de modo variado, dependendo das raças e de seu porte. Enquanto um cão de médio porte vive em torno de doze anos, um gigante tem expectativa de vida mais curta. Antes, acreditava-se que estes animais envelheciam sete anos para cada ano de vida de um ser humano. No entanto, essa teoria foi revista, e mais recentemente, tenta-se comparar o estágio de desenvolvimento inicial da vida do cão com aquele dos seres humanos. De acordo com alguns resultados obtidos, raças pequenas alcançam seus tamanhos finais entre os oito e os doze meses; raças de porte médio entre doze e dezesseis meses; de porte grande entre dezesseis e dezoito meses; e as gigantes, por volta dos dois anos.
Com isso, foi possível traçar um paralelo que resultou em variação de porte para porte. As raças pequenas e médias têm os cinco primeiros anos de vida para o primeiro ano humano. Deste ponto em diante, são quatro para cada ano vivido por um ser humano. Já as raças grandes e gigantes, de maturidade mais lenta, envelhecem sete e doze, respectivamente, em seu primeiro ano de vida, com cinco e sete anos a partir do segundo ano de vida, para cada tamanho. Com base nessas afirmações, pode-se dizer que um chiuaua nascido no mesmo dia e ano que um homem, tenha, cinco anos mais tarde, 21.
Cães de idade avançada estão mais sujeitos a doenças, dores e alterações comportamentais. Por isso, é importante dar atenção às mudanças da idade de um cão doméstico, pois isso permite suprir novas necessidades e proporciona melhores condições de vida. Entre os principais males que podem acometer os idosos caninos estão a artrite, o mal de Alzheimer e a depressão. Esses problemas e outros, como a queda de dentes, decorrentes da idade, são diagnosticáveis desde o início pela observação das mudanças comportamentais e pela realização de constante acompanhamento veterinário. Problemas de visão e audição, quietude e esbranquiçamento e queda do pelo são fatores considerados normais, causados pelo avanço da idade.


quarta-feira, 29 de maio de 2013

Shih-Tzu: um cão que adora receber carinho

Eu tenho uma shih-Tzu e ela é muito carinhosa, tranquila, brincalhona, fofa e calminha.  Essa é a minha Jujuba!




Conheça um pouco mais dessa raça: 

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:
- O Shih-Tzu é um cão de raça de pequeno porte e de origem tibetana.
- A expectativa de vida desta raça é de 15 anos de idade.
- O peso médio dos cães desta raça é, em média, de 4 a 7 quilos.
- A altura destes cães varia de 20 a 30 cm.
- Os pelos destes cães são macios, sedosos e compridos.
- Possuem um rabo peludo e encurvado.
- A cabeça possui um formato arredondado.
- O corpo do Shih-tzu é muito parecido com o do Lhasa Apso, porém o focinho lembra o do pequinês.

COMPORTAMENTO E TEMPERAMENTO:
- O Shih-Tzu adora receber carinho do seu dono.
- São dóceis e amáveis.
- Adaptam-se muito bem em ambientes pequenos como, por exemplo, apartamentos. Porém, o ambiente deve estar sempre limpo para agradar este cão.
- Quando treinados para necessidades fisiológicas, tornam-se muito higiênicos. Não dormem em locais usados para suas necessidades.
- Adoram ficar esparramados em chão de piso frio.
- Gostam de brincar.
- Bebem muita água.